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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Realizaram-se, no passado dia 22 de Junho, as Comemorações do 70º Aniversário da Base Aérea nº4 (BA4) nas Lajes, Açores.
As comemorações tiveram início com o hastear das Bandeiras Nacional e da Força Aérea, seguindo-se a Missa de Acção de Graças, terminando com uma Cerimónia Militar, presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, Sr. General José Pinheiro, assinalando-se o discurso do Sr. Comandante da BA4, Coronel Alexandre Figueiredo. No seu decorrer foram homenageados militares e civis já falecidos que serviram na Unidade, e impostas condecorações e entregues pergaminhos. No fim desfilaram as forças em parada emeios aéreos ao serviço nesta Unidade.
A história desta que é uma das Bases Aéreas mais importantes do dispositivo da Força Aérea Portuguesa remonta ao auge da Segunda Guerra Mundial. O Aeródromo das Lajens, criado em 1941 albergando então a Esquadrilha Expedicionária de Caça nº2 da Aeronáutica Militar oriunda da Ota, equipada com aviões Gloster Gladiator Mk.II, viria areceber o estatuto de Base Aérea em Agosto do ano seguinte, passando a ser denominado Base Aérea nº5. Mais tarde, em Junho de 1946, esta unidade foi renomeada passando, desde então a ser identificada, tal como nos dias de hoje, por Base Aérea nº4. Essa data marca também o fim da operação da Real Força Aérea Britânica e, após um período de transição, iniciam-se as operações por parte das Forças Armadas dos Estados Unidos.
A importância das Lajes, dos meios humanos e materiais que operam a partir da BA4, tem vindo a ser determinante em planos tão variados como a busca e salvamento, o apoio às frotas de pesca e embarcações de todas as origens e destinos que sulcam o Atlântico, no controle e fiscalização dos nossos recursos naturais e, sobretudo, no apoio às populações em todos os momentos, quer em situaçõesde catástrofe natural quer no transporte médico de emergência entre ilhas.
Ao longo destes 70 Anos, os meios aéreos e o espírito de missão das diferentes gerações de militares têm deixado, e continuarão a deixar no futuro, uma marca profunda nas populações e no desenvolvimento da região.

Nuno Martins

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