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domingo, 2 de novembro de 2014

Depois de ter assumido semelhante missão em 2007, Portugal envia, pela segunda vez desde que a NATO assumiu a defesa aérea dos Estados do Báltico (Estónia, Lituânia e Letónia) em Março de 2004, um destacamento composto por 70 militares e 6 aeronaves F-16 para assumir o policiamento do espaço aéreo destes Países, uma vez que estes não possuem meios próprios que garantam o desempenho das operações necessárias.
No passado dia 29 de Agosto os F-16 da Força Aérea Portuguesa aterraram na Base Aérea de Siauliai, Lituânia, para integrarem o destacamento Baltics Air Policing (BAP), Bloco 36. Destacamento este que irá manter-se até 31 de Dezembro. Portugal é, desta feita, "Lead Nation" do bloco 36 do BAP, ao qual se junta o Canadá (também em Siauliai e pela primeira vez envolvido). Dadas as tensões emergentes entre a Rússia e a Ucrânia a NATO decidiu reforçar a sua presença na área com um maior envolvimento de Nações Aliadas e meios deslocados para a região. Assim, para além dos F-16 portugueses e CF-18/CF-188 canadianos, juntam-se Eurofighter Typhoons da Alemanha (Ämari, na Estónia) e F-16 da Holanda (Malbork, na Polónia).
As fortes tensões políticas entre a NATO e a Rússia nos últimos meses, trouxeram um aumento correspondente na actividade aérea militar perto dos Países Bálticos. Desde o início da missão de policiamento aéreo foram já múltiplas as ocasiões em que as aeronaves de QRA da Força Aérea Portuguesa (não só no Báltico mas também as que defendem o espaço aéreo sob responsabilidade Nacional) foram chamadas a interceptar aviões russos voando em espaço aéreo internacional, bem certo mas, não raras vezes, no incumprimento da legislação internacional que rege a segurança das aeronaves em voo. (excepção feita ao tão noticiado caso de 23 de Outubro em que, alegadamente, ouve uma violação do espaço aéro da Estónia por 600 metros)

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