Não é invulgar visitar o Museu do Ar na Granja do Marquês sem encontrar diferenças no acervo exposto, nomeadamente nos aviões. O mesmo aconteceu ao autor, numa das suas raras visitas a Sintra, no final de Abril do corrente ano.
Neste pequeno apontamento, essencialmente fotográfico, pretende-se registar a integração na exposição do Cessna T-37C nº.2420, anteriormente exposto no polo de Alverca, do FIAT G.91 R/4 nº."5407", vindo da BA 5, actualmente colocado no interior do hangar principal e da preparação do FIAT G.91 R/4 nº.5454 "Tigre" para transferência para a BA 5, onde já se encontra.
Proximamente, com a reabertura dos hangares actualmente em processo de reabilitação, estes virão a recolher não só aeronaves do acervo que estão no exterior, como também diversas outras como o Caudron G3 e o Blèriot XI vindas e Alverca, entre outras que não se pretendem, para já, revelar por forma a não estragar a surpresa...Mais a Norte regista-se que, há algumas semanas, chegou a Auster D5/160 nº.3548 ao AM 1, em
Maceda, para integrar o acervo exposto no Pólo de Ovar do Museu do Ar.Tal como tem vindo a registar-se em anos anteriores, o Museu do Ar volta a associar-se à iniciativa "Noite dos Museus":
"O Museu do Ar, em Sintra, associando-se às comemorações da Noite dos Museus, vai estar aberto gratuitamente (das 10H00 às 24H00) no dia 14 de Maio, Sábado, e proporcionará a todos os visitantes um conjunto de actividades de animação cultural.
Do programa nocturno consta:
21H30 – Actuação do Grupo de Música Ligeira da Banda da Força Aérea;
22H15 – "O voo nocturno de Saint Exupery" na versão de um Contador de Histórias.
O Museu do Ar convida, por isso, todos os interessados a participar activamente nesta noite do Museu do Ar"
Também relacionado com a temática das aeronaves expostas ao público, surge a divulgação, através da Scramble, do início da comercialização da Edição de 2011 da publicação "European Military Out Of Service" (EMOOS), sucessora desde 2007 da "European Wrecks & Relics", da autoria de Otger Van der Kooij e
Andy Marden.A capa, grande e agradável surpresa, uma foto da Porta de Armas da Base Aérea nº5, em Monte Real, dando uma perspectiva das 3 gerações de aviões de caça que por lá passaram.
A par da "Aviation Museums and Collections of the World", do autor Bob Odgen, estas são as únicas publicações regulares que enumeram, por país, como se de um roteiro se tratasse, os aparelhos que podemos encontrar em museus, colecções privadas, espaços públicos, unidades militares e sucatas.
O EMOOS, do qual o Walkarounds tem o privilégio de divulgar, em exclusivo, um "preview" de uma das páginas sobre Portugal, encontra-se já à venda online na loja da Scramble.
Rui Ferreira
Desde o final do Século XX que um novo conjunto de conflitos tem assumido especial destaque na geopolítica e geoestratégia Mundial. Conflitos como os registados no Afeganistão, de origem étnico-religiosa ou, mais recentemente, a vaga de revoluções, ou tentativa de revoluções, que tem assolado países do Norte de África e do Médio Oriente, têm assumido cada vez mais a atenção e uma resposta da Comunidade Internacional, ao nível diplomático ou, quando a diplomacia falha...
O relógio marcava quase as duas horas da tarde do passado dia 14 de Abril quando o último Puma (nº19504) fez a sua aterragem na Base Aérea nº11, em Beja, pondo fim, em definitivo, à Operação Fénix.




A Esquadra de Instrução nº103, que comemorou, em Fevereiro de 2011, o seu 58º aniversário, tem a sua génese em 1953, no seio da Esquadra 20, estando intrinsecamente ligada ao início da “era dos jactos”, acompanhando todas as diferentes fases do desenvolvimento da aviação a reacção na Força Aérea Portuguesa até aos dias de hoje. Neste sentido pode dizer-se que a sua missão se manteve a mesma ao longo do tempo, em torno de um objectivo comum – a formação de pilotos destinados aos aviões a reacção em geral, e aos aviões de caça em particular.
Cinco anos volvidos o Walkarounds volta a estar presente em mais um Aniversário da Esquadra 601 “Lobos”. Depois de acompanhar as
Mais de seis meses após a conclusão inicialmente prevista para a Operação Fénix, cuja duração incial era de dois anos, fecha-se mais um ciclo, quem sabe se o derradeiro, da frota Aerospatiàle SA.330S1 Puma, e também da Esquadra 752. 


