Um dia normal de operações de "Falcões" e "Jaguares" pode dividir-se em dois períodos de voo, habitualmente um de manhã e um de tarde, com saídas de várias aeronaves em cada, ocorrendo por vezes um período reservado para missões nocturnas. Após o briefing de preparação de missão os pilotos encaminham-se para as aeronaves dispersas por vários abrigos. Aí realizam uma inspecção prévia ao longo de todo o perímetro da aeronave antes mesmo de ocupar o seu lugar na carlinga. Antes das aeronaves se dirigirem para a cabeceira da pista, cabe ao pessoal das operações realizar as últimas inspecções a sistemas críticos, remover as diversas cavilhas de segurança ainda colocadas nas aeronaves e auxiliar os pilotos a executar, entre outras, as verificações finais das superfícies de controlo de voo, comunicando com estes via rádio e através de uma curiosa "coreografia" de gestos. Todos os sistemas verificados... pronto para voo... siga!sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Um dia normal de operações de "Falcões" e "Jaguares" pode dividir-se em dois períodos de voo, habitualmente um de manhã e um de tarde, com saídas de várias aeronaves em cada, ocorrendo por vezes um período reservado para missões nocturnas. Após o briefing de preparação de missão os pilotos encaminham-se para as aeronaves dispersas por vários abrigos. Aí realizam uma inspecção prévia ao longo de todo o perímetro da aeronave antes mesmo de ocupar o seu lugar na carlinga. Antes das aeronaves se dirigirem para a cabeceira da pista, cabe ao pessoal das operações realizar as últimas inspecções a sistemas críticos, remover as diversas cavilhas de segurança ainda colocadas nas aeronaves e auxiliar os pilotos a executar, entre outras, as verificações finais das superfícies de controlo de voo, comunicando com estes via rádio e através de uma curiosa "coreografia" de gestos. Todos os sistemas verificados... pronto para voo... siga!sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Na Base Aérea nº5 em Monte Real, lar das duas Esquadras de Caça da Força Aérea Portuguesa, a actividade aérea é intensa, fazendo desta Base uma das mais movimentadas do País. A partir daqui "Falcões" da Esquadra 201 e "Jaguares" da Esquadra 301 operam em conjunto aeronaves F-16 MLU, equipadas com os mais recentes equipamentos disponíveis para este avançado sistema de armas. Têm como missão principal a Luta Aérea defensiva e ofensiva constituindo a primeira linha de defesa do Espaço Aéreo Nacional contra o mais variado tipo de potenciais ameaças mantendo, para tal, uma parelha de aeronaves em permanente estado de alerta. Assumindo também um papel de destaque através da participação em exercícios e missões Nacionais e Internacionais, só a realização de inúmeras saídas no desempenho de múltiplas missões de treino e instrução de pilotos permite alcançar a necessária preparação e um elevado estado de prontidão. (continua...)quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Numa altura em que a contagem decrescente para o fim da operação das aeronaves CASA C-212 Aviocar pela Força Aérea Portuguesa se aproxima rapidamente do desfecho, previsto para breve, e em que as atenções estão já viradas para os mais recentes sucessos no
emprego dos novos CASA C-295 adquiridos para os substituir, a Esquadra 401 "Cientistas", a última ainda a operar esta plataforma, assinalou o seu 37º Aniversário no passado dia 28 de Julho, data em que foi instituída na FAP, no ano de 1973, com a realização de uma Cerimónia Militar na Base Aérea nº6 - Montijo, onde se encontra desde Maio de 2009. São cerca de 4 décadas no cumprimento de missões de elevado interesse público a bordo de uma frota Aviocar
que, com o contributo da Esquadra 502 "Elefantes" até a um passado bem recente, muitas provas tem dado da sua longevidade (mais de 160.000 horas voadas) e versatilidade no emprego em múltiplos e distintos cenários (vigilância marítima, busca e salvamento, transporte táctico, evacuação médica, fotografia aérea, guerra electrónica, formação de pilotos e de pessoal navegante). Para os "Cientistas", em particular, são 37 Anos com muita Ciência, Engenho e Arte... Parabéns "Cientistas", parabéns Esquadra 401!segunda-feira, 18 de julho de 2011
Durante cerca de 17 anos a Força Aérea Portuguesa operou uma frota de 12 Northrop T-38A Talon. Esta frota, recebida em dois lotes de 6 aparelhos, ainda se encontra na posse da FAP, alguns expostos, outros em armazenamento. Apenas um se encontra fora de instalações militares, cedido a um coleccionador particular… o nº.2607. Neste segundo "Perdidos e Achados" além de divulgar os principais marcos do historial desta aeronave, é apresentado em exclusivo o painel informativo que, em breve, irá estar patente junto ao 2607 e também o estado e localização actuais das restantes aeronaves da frota T-38A da FAP...(Revisto e actualizado a 19 de Julho de 2011)
sexta-feira, 15 de julho de 2011
As comemorações do 59º Aniversário da Força Aérea Portuguesa como Ramo independente das Forças Armadas Nacionais centraram-se na Base Aérea nº1 e no Museu do Ar em Sintra, tendo o programa decorrido entre os dias 1 (data oficial da sua criação) e 3 de Julho.Num ano marcado por restrições orçamentais a actividade aérea foi reduzida, não se tendo realizado o habitual Festival Aéreo que costuma ser o tradicional ponto alto do evento. Assim mesmo, fruto de um excelente trabalho de divulgação quer através dos meios ao dispor da Força Aérea, quer através de acções conjuntas com vários órgãos de comunicação social, as diversas mostras e actividades preparadas conseguiram atrair um muito significativo número de visitantes.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Realizaram-se, no passado dia 22 de Junho, as Comemorações do 70º Aniversário da Base Aérea nº4 (BA4) nas Lajes, Açores.As comemorações tiveram início com o hastear das Bandeiras
Nacional e da Força Aérea, seguindo-se a Missa de Acção de Graças, terminando com uma Cerimónia Militar, presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, Sr. General José Pinheiro, assinalando-se o discurso do Sr. Comandante da BA4, Coronel Alexandre Figueiredo. No seu decorrer foram homenageados militares e civis já falecidos que serviram na Unidade, e impostas condecorações e entregues pergaminhos. No fim desfilaram as forças em parada e
meios aéreos ao serviço nesta Unidade.A história desta que é uma das Bases Aéreas mais importantes do dispositivo da Força Aérea Portuguesa remonta ao auge da Segunda Guerra Mundial. O Aeródromo das Lajens, criado em 1941 albergando então a Esquadrilha Expedicionária de Caça nº2 da Aeronáutica Militar oriunda da Ota, equipada com aviões Gloster Gladiator Mk.II, viria a
receber o estatuto de Base Aérea em Agosto do ano seguinte, passando a ser denominado Base Aérea nº5. Mais tarde, em Junho de 1946, esta unidade foi renomeada passando, desde então a ser identificada, tal como nos dias de hoje, por Base Aérea nº4. Essa data marca também o fim da operação da Real Força Aérea Britânica e, após um período de transição, iniciam-se as operações por parte das Forças Armadas dos Estados Unidos.
A importância das Lajes, dos meios humanos e materiais que operam a partir da BA4, tem vindo a ser determinante em planos tão variados como a busca e salvamento, o apoio às frotas de pesca e embarcações de todas as origens e destinos que sulcam o Atlântico, no controle e fiscalização dos nossos recursos naturais e, sobretudo, no apoio às populações em todos os momentos, quer em situações
de catástrofe natural quer no transporte médico de emergência entre ilhas.Ao longo destes 70 Anos, os meios aéreos e o espírito de missão das diferentes gerações de militares têm deixado, e continuarão a deixar no futuro, uma marca profunda nas populações e no desenvolvimento da região.
Nuno Martins
Subscrever:
Mensagens (Atom)



