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domingo, 18 de setembro de 2011

A Esquadra de Transporte 501 "Bisontes" completou, na passada Quinta-feira 15 de Setembro, o seu 34º Aniversário, tendo a data sido assinalada com a realização de uma Cerimónia Militar. A efeméride remonta à chegada dos dois primeiros dos seis C-130 Hercules que, actualmente, totalizam a frota ao serviço da Força Aérea Portuguesa à Base Aérea 6 (BA 6), Montijo, no mesmo dia de 1977. Para operar estas aeronaves foi criada a 23 de Setembro de 1977 a Esquadra de Transporte e Patrulhamento Marítimo que viria a adoptar a designação Esquadra de Transporte 501 "Bisontes" no ano seguinte.
Desde que começou a operar que as missões atribuídas à Esquadra 501 se têm caracterizado por uma natureza bastante diversificada podendo ser agrupadas, muito genericamente, em missões de busca e salvamento, missões de patrulhamento marítimo, missões de transporte táctico e logístico e missões de ataque a incêndios florestais entretanto interrompidas.
O seu nível de desempenho valeu, à Esquadra 501, a atribuição da Medalha de Ouro de Serviços Distintos em Fevereiro de 1991.
Actualmente a 501 tem vindo a realizar missões de transporte e de carga garantindo desta forma, a satisfação das necessidades não só da FAP como dos outros ramos das Forças Armadas. De forma bem mais visível e mediática, os C têm participado de forma bem activa em missões de carácter humanitário e de apoio logístico a outras forças nacionais e internacionais envolvidas em operações de paz.
Ao longo dos mais de três décadas ao serviço da Força Aérea Portuguesa, estas aeronaves bem como os membros da Esquadra que as operam, já nos habituaram a um grande grau de proficiência e operacionalidade no desempenho das suas missões que, sem dúvida, todos desejam ser possível continuar a desempenhar.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Decorreu no passado dia 10 de Setembro de 2011, e integrando o programa da exposição de modelismo de Espinho, ESPIMODEL 2011, o lançamento do livro “T-6 Lusitanos”. Esta publicação, edição do Núcleo de Modelismo de Espinho, e da autoria de Filipe Araújo, José Ferreira, e Rui Domingues, tem como objectivo a elaboração de um trabalho de apoio para os modelistas, compreendendo todas as versões e esquemas de pintura conhecidas dos T-6 e Harvard que integraram os diferentes ramos da aviação militar nacional, nomeadamente a Arma de Aeronáutica do Exército, a Aviação Naval da Marinha e a Força Aérea Portuguesa.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

De uma frota recebida de cinquenta LTV A-7P Corsair II, seis dos quais na versão bilugar (TA-7P), entre Dezembro de 1981 e Abril de 1986, retirados de serviço em 1999, sobram actualmente 14 aparelhos. A boa parte destes encontra-se exposta em Portugal e apenas um fora do País… o nº.5502. Este aparelho foi integrado, em Maio de 2009, na colecção do Muzeum Lotnictwa Polskiego w Krakowie, localizado no antigo Aeródromo Militar de Rakowice-Czyżny, em Cracóvia na Polónia...

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domingo, 28 de agosto de 2011

As aeronaves são operadas em vários tipos de missões em quaisquer condições de tempo e de visibilidade sendo, para tal, equipadas com diversas configurações de armamento, podendo este ser de treino ou mesmo real. Pilotos e pessoal treinam e colocam à prova equipamento e procedimentos aperfeiçoando, através da prática, o seu elevado estado de prontidão...

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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Fazendo parte das Forças Nacionais atribuidas à NATO, com capacidade de serem destacados para onde solicitados, os militares da Esquadra 201 "Falcões", incluindo todo o pessoal de apoio, realizam inumeras vezes destacamentos fora da sua Unidade base. Para além da realização de múltiplas missões aéreas, o objectivo é o de por à prova todas as capacidades e operações do destacamento. (continua...)

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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Um dia normal de operações de "Falcões" e "Jaguares" pode dividir-se em dois períodos de voo, habitualmente um de manhã e um de tarde, com saídas de várias aeronaves em cada, ocorrendo por vezes um período reservado para missões nocturnas. Após o briefing de preparação de missão os pilotos encaminham-se para as aeronaves dispersas por vários abrigos. Aí realizam uma inspecção prévia ao longo de todo o perímetro da aeronave antes mesmo de ocupar o seu lugar na carlinga. Antes das aeronaves se dirigirem para a cabeceira da pista, cabe ao pessoal das operações realizar as últimas inspecções a sistemas críticos, remover as diversas cavilhas de segurança ainda colocadas nas aeronaves e auxiliar os pilotos a executar, entre outras, as verificações finais das superfícies de controlo de voo, comunicando com estes via rádio e através de uma curiosa "coreografia" de gestos. Todos os sistemas verificados... pronto para voo... siga!

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