Decorreu, no passado Domingo 13 de Julho o Dia de Base Aberta da BA5, Monte Real, culminar de uma semana de eventos dedicados ao assinalar do 20º Aniversário da Frota de aeronaves F-16 ao serviço da Força Aérea Portuguesa. Com a promessa, cumprida, de um dia passado bem perto destas máquinas, a Base contava bem cedo, ainda muito antes da hora da abertura de portas, com uma considerável moldura humana, aguardando pacientemente do lado exterior, deixando antever uma grande afluência de público durante o resto do dia. Segundo números oficiais, divulgados pela FAP, foram cerca de 20.000 aqueles que desfrutaram de um dia pleno de actividades onde obviamente não faltaram os tão esperados F-16. De uma forma mais reservada, os 20 anos da Frota ao serviço de Portugal foram assinalados com uma Cerimónia presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, Sr. Gen. José António de Magalhães Araújo Pinheiro.Ao Comando da Base Aérea nº5 e às Relações Públicas da FAP os mais sinceros agradecimentos pelas facilidades concedidas e também pela forma como toda a equipa foi recebida e acolhida. Uma palavra de apreço a todos os militares e amigos com quem foi possível conviver durante a presença na Base Aérea 5.
A 1ª fase (operações ar-ar) da edição de 2014 do Fighter Weapons Instructor Training (FWIT) está prestes a terminar. Este curso, que decorre desde 22 de Abril e prolongar-se-á até 24 de Outubro próximo, conta com a participação de um destacamento de 32 militares da Força Aérea Portuguesa que inclui Pilotos Instrutores, Pilotos Alunos e pessoal de manutenção e operações. Além de pessoal deslocaram-se para Leeuwarden na Holanda 5 aeronaves F-16 para emprego em instrução e também para desempenhar activamente missões de intercepção aérea e combate ar-ar.
Num singelo contributo para a história da busca e salvamento com recurso a helicópteros em Portugal, vem o Walkarounds nesta edição recordar, pouco mais de 50 anos depois, o naufrágio do “Silver Valley”, e o salvamento dos seus 27 tripulantes por um Alouette II, talvez o primeiro salvamento efectuado na cidade do Porto, na barra do Douro, com a utilização de um helicóptero.
O Pólo de Alverca do
Em Março de 1954, a então jovem Força Aérea Portuguesa (FAP) recebeu uma frota de três Grumman SA-16A Albatross, cedidos pelos Estados Unidos ao abrigo do programa de ajudas Military Defense Assistance Program (MDAP). Estes são integrados na Esquadra 41, baseada na BA 4, onde prestaram valiosos serviços até 1961, altura que é retirado o último aparelho operacional da frota.
Um destacamento da Força Aérea Portuguesa, constituído por cinco aeronaves F-16 (4 + 1 reserva), 12 pilotos e 37 militares de manutenção e apoio participou, pela primeira vez, no exercício multinacional Frisian Flag, que decorreu entre os dias 31 de Março e 11 de Abril, a partir da Base Aérea de Leeuwarden, na Holanda.
O primeiro avião integrante do espólio do Museu Pedagógico Luso-Brasileiro de Aeronáutica é um Lockheed T-33A, cedido pela Força Aérea Portuguesa, Nº.1928. Foi desmontado na Base Aérea nº11, em Beja, onde se encontrava armazenado, para que fosse trazido para o Museu Pedagógico Luso Brasileiro. Foi transportado para este local em vários lotes a partir de Abril de 2013 e foi, finalmente, montado por uma equipa do Museu do Ar, ao longo de Setembro desse ano.
Este aparelho está junto à entrada do Museu e serve como emblema do mesmo. Foi escolhido por ser um avião que serviu tanto na Força Aérea Portuguesa como na Força Aérea Brasileira.
O Museu Pedagógico Luso-Brasileiro do Pensamento Aeronáutico, Espacial e Naval (designação completa) faz parte da Secção Europeia da ADESG - Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (Brasil), com sede em Pedroso – Vila Nova de Gaia. Surgiu por iniciativa do seu mentor, Dr. Artur Victoria, presidente da Representação Honorífica da ADESG, junto do então presidente da Direcção Nacional da ADESG, Brigadeiro Hélio Gonçalves. Tal idealização aconteceu em 2011, tendo vindo a concretizar-se, com o lançamento da “Pedra Fundamental”, numa cerimónia ocorrida no dia 13 de Abril de 2013. Ainda não aberto ao público, tem como espólio doações e empréstimos onde se destaca uma aeronave Lockheed T-33A cedida pela Força Aérea Portuguesa.
A edição deste ano do exercício anual táctico Real Thaw (RT 14) decorreu entre os dias 3 e 14 de Fevereiro. Envolvendo cerca de 4000 militares e 44 aeronaves, o 6º Real Thaw teve como novidade a participação da Esquadra 103 "Caracóis" e de um destacamento do 31st Fighter Wing da USAF, oriundo da Base Aérea de Aviano, composto por cerca de 260 militares entre pilotos e pessoal de apoio. Esta foi a primeira participação dos F-16 do 555th Fighter Squadron "Triple Nickel" num exercício internacional fora de Itália.
Um destacamento da Força Aérea Portuguesa, constituído por cinco aeronaves F-16, 4 pilotos e 35 militares de manutenção e apoio participou, entre os dias 13 de Janeiro e 7 de Fevereiro, no primeiro "Flying Course" de 2014 do
No âmbito do Centenário da Aviação Militar em Portugal, que este ano se assinala, o Walkarounds recorda, com esta entrada, o Festival Aéreo que se realizou na Base Aérea 5, em Monte Real, por ocasião do 43º Aniversário da Força Aérea Portuguesa.
O programa oficial das Comemorações do 61º Aniversário da Força Aérea Portuguesa fechou com o Dia de Base Aberta do Aeródromo de Manobra 1 (AM1), em Maceda, Ovar.
Um destacamento da Força Aérea Portuguesa, constituído por cinco aeronaves F-16 e 50 militares das aéreas de operações, manutenção e apoio participou, entre os dias 25 de Agosto e 6 de Setembro, no exercício aéreo da NATO –
Depois do sucesso alcançado no
A vila das Lajes, na Ilha Terceira, tem uma sólida ligação com a Aviação Militar desde o início dos anos 40 do Século XX, quando a Aeronáutica Militar do Exército Português aqui estabelece a base de operação da Esquadrilha Expedicionária de Caça nº 2 (EEC2), em declarado movimento de afirmação de Soberania Nacional.
Cumprem-se hoje, 17 de Junho de 2013, 20 Anos sobre um dos eventos mais marcantes da História recente da Aviação Militar Portuguesa. Junho de 1993 ficou marcado, entre outros acontecimentos ocorridos num ano de profundas mudanças no seio da Força Aérea Portuguesa, pela desactivação da frota FIAT G.91, quase 30 anos depois do início da sua operação. Uma frota que provou ser fundamental não apenas nos teatros de guerra ultramarinos como também no pós-guerra e que viria a marcar várias gerações de militares que com eles conviveram e cujas vidas, muitas vezes, deles dependeram. Uma frota que viria a deixar um legado muito forte e que contribuiu para criar uma identidade muito distinta e um espírito jamais igualado no seio da Esquadra 301 "Jaguares".
A assinatura do contrato para aquisição de 12 aeronaves
A
Na sequencia do
Após muito recentemente ter contribuído para que a frota de aeronaves que actualmente opera ter alcançado a marca das 


