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terça-feira, 22 de abril de 2014

Em Março de 1954, a então jovem Força Aérea Portuguesa (FAP) recebeu uma frota de três Grumman SA-16A Albatross, cedidos pelos Estados Unidos ao abrigo do programa de ajudas Military Defense Assistance Program (MDAP). Estes são integrados na Esquadra 41, baseada na BA 4, onde prestaram valiosos serviços até 1961, altura que é retirado o último aparelho operacional da frota.
São utilizados com bastante eficácia em inúmeras missões busca e salvamento nomeadamente aos pequenos barcos de pesca da frota insular, como também no apoio às populações das diferentes ilhas, muito em especial pela sua versatilidade, pela possibilidade de poder amarar no oceano e também nas lagoas vulcânicas do arquipélago.
Lamentavelmente a frota viu-se reduzida a dois e mais tarde a um aparelho, em consequência de acidentes, sendo o último exemplar sobrevivente vendido ao Ejercito Del Aire Espanhol, onde continuou a voar até 1978.

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domingo, 14 de julho de 2013

A vila das Lajes, na Ilha Terceira, tem uma sólida ligação com a Aviação Militar desde o início dos anos 40 do Século XX, quando a Aeronáutica Militar do Exército Português aqui estabelece a base de operação da Esquadrilha Expedicionária de Caça nº 2 (EEC2), em declarado movimento de afirmação de Soberania Nacional.
Desde a chegada, em 1941, do pessoal e material da EEC2, até ao presente, tem sido mantida uma constante presença da Aviação Militar na ilha Terceira, sendo que ainda nos dias de hoje se podem encontrar inúmeras evidências desses tempos mais remotos.
Mas foi à passagem pela freguesia de Altares, no Norte da ilha Terceira, nomeadamente pela casa onde nasceu o Capitão Frederico Coelho de Melo, que surgiu o mote de registar o local onde se deu início à utilização da ilha Terceira pela Aviação Militar Portuguesa...

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domingo, 5 de agosto de 2012

Terminou o programa de Bases Abertas que, tendo sido iniciado a 29 de Junho, ajudou a assinalar, um pouco por todo o País, o 60º Aniversário da Força Aérea Portuguesa. Após Sintra, Montijo, Monte-Real e Beja, realizou-se hoje o Dia de Base Aberta na Base Aérea 4, nas Lajes, Açores. Tal como tem sido já habitual nos últimos anos, esta iniciativa contou também com a participação dos militares do 65th Air Base Wing da Força Aérea dos Estados Unidos. Desta forma, quem se deslocou a esta Base teve a oportunidade de disfrutar de um conjunto de várias actividades. Ponto sempre muito apreciado por quem visita esta Unidade foi a possibilidade de tomar contacto com algumas das aeronaves norte-americanas que diáriamente operam e utilizam a pista da Ilha Terceira como ponto de apoio e de reabastecimento na travessia do Atlântico (o 65th é responsável pela segunda maior destas estruturas da USAF) e também conhecer os meios de busca e salvamento da Força Aérea Portuguesa da Esquadra 751 "Pumas" e Esquadra 502 "Elefantes" aí destacadas, com a presença de um EH-101 "Merlin" e de um CASA C-295 que compunham a exposição estática de aeronaves na placa.

Agradecimentos: A João Teixeira, Miguel Santos e André Inácio pela cedência das fotos que ilustram a galeria fotográfica alusiva.

(Actualizado a 19 de Agosto de 2012)
Galeria Fotográfica

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Realizaram-se, no passado dia 22 de Junho, as Comemorações do 70º Aniversário da Base Aérea nº4 (BA4) nas Lajes, Açores.
As comemorações tiveram início com o hastear das Bandeiras Nacional e da Força Aérea, seguindo-se a Missa de Acção de Graças, terminando com uma Cerimónia Militar, presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, Sr. General José Pinheiro, assinalando-se o discurso do Sr. Comandante da BA4, Coronel Alexandre Figueiredo. No seu decorrer foram homenageados militares e civis já falecidos que serviram na Unidade, e impostas condecorações e entregues pergaminhos. No fim desfilaram as forças em parada emeios aéreos ao serviço nesta Unidade.
A história desta que é uma das Bases Aéreas mais importantes do dispositivo da Força Aérea Portuguesa remonta ao auge da Segunda Guerra Mundial. O Aeródromo das Lajens, criado em 1941 albergando então a Esquadrilha Expedicionária de Caça nº2 da Aeronáutica Militar oriunda da Ota, equipada com aviões Gloster Gladiator Mk.II, viria areceber o estatuto de Base Aérea em Agosto do ano seguinte, passando a ser denominado Base Aérea nº5. Mais tarde, em Junho de 1946, esta unidade foi renomeada passando, desde então a ser identificada, tal como nos dias de hoje, por Base Aérea nº4. Essa data marca também o fim da operação da Real Força Aérea Britânica e, após um período de transição, iniciam-se as operações por parte das Forças Armadas dos Estados Unidos.
A importância das Lajes, dos meios humanos e materiais que operam a partir da BA4, tem vindo a ser determinante em planos tão variados como a busca e salvamento, o apoio às frotas de pesca e embarcações de todas as origens e destinos que sulcam o Atlântico, no controle e fiscalização dos nossos recursos naturais e, sobretudo, no apoio às populações em todos os momentos, quer em situaçõesde catástrofe natural quer no transporte médico de emergência entre ilhas.
Ao longo destes 70 Anos, os meios aéreos e o espírito de missão das diferentes gerações de militares têm deixado, e continuarão a deixar no futuro, uma marca profunda nas populações e no desenvolvimento da região.

Nuno Martins

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Decorreu no passado dia 24 de Setembro de 2009, na Base Aérea 4, nas Lajes - Açores, a cerimónia oficial do 34º Aniversário da Esquadra 752 "Pumas", na data que marca um ano após a sua reactivação, e que acontece numa altura em a frota SA-330 Puma atinge a marca das 70.000 horas de voo, num percurso de 40 anos de operação na Força Aérea Portuguesa!
Associando-se à efeméride, o W-CCADF publica este trabalho, dividido em duas partes, da qual já se encontra disponível a 1ª entrega.

Ver Parte I