Com o intuito de cumprir uma promessa antiga, o Walkarounds (Nuno Martins) deslocou-se no passado dia 29 de Abril à Base Aérea 5, em Monte Real, para uma visita à Esquadra 301 - Jaguares. Aí encontrou e apadrinhou um voo do "Espírito de José Brito", um pequeno "felino" com um grande simbolismo, que acompanha os Jaguares pelos céus de Portugal e do Mundo desde 10 de Abril de 2014.O "Espírito de José Brito" é o símbolo do projecto J.A.G.U.A.R. (Jaguares Altruistic Goal and Unique Aeronautical Reward) que tem como objectivo Honrar e Perpetuar a memória do Ten.Cor. Pilav. José Fernando de Almeida Brito, falecido em combate na Guiné a 28 de Março de 1973 quando sobrevoava o território num FIAT G.91 em missão de reconhecimento. Simultaneamente, homenagea-se toda a geração de pilotos de combate que defenderam os interesses de Portugal, mesmo que com o sacrifício da própria vida, nos vários teatros de operação ultramarinos.
Com descolagem perto das 13:50 o "Espírito" voou por 1:20 a bordo do F-16 BM nº15119.
A visita a Portugal de S. Santidade Papa Francisco nos passados dias 12 e 13 de Maio, por ocasião do 100º Aniversário das aparições de Fátima, teve como ponto de partida e de chegada a Base Aérea nº.5 em Monte Real.
Sua Santidade chegou à BA5 na tarde de dia 12, num aparelho da Alitalia escoltado por duas aeronaves F-16. Aí foi recebido com honras militares dos três Ramos das Forças Armadas. À sua espera estavam o Presidente da República e o Primeiro Ministro entre outras individualidade Civis, Eclesiásticas e Militares. Após uma breve visita à capela da Base, o Papa regressou à placa em frente à torre de controlo onde embarcaria rumo ao Santuário de Fátima a bordo de um helicóptero EH-101 da Esquadra 751 - Pumas.
No dia seguinte, volvidas quase 24h, Sua Santidade regressou à BA5, desta vez por via terrestre. Numa passagem mais breve embarcaria desta vez num aparelho da TAP que o levaria a Roma e de volta ao Vaticano.
Numa "missão" de dois dias o colaborador do Walkarounds, Luís Neves, conseguiu registar a passagem de S. Santidade por esta Unidade da Força Aérea Portuguesa, resultando um conjunto de fotos reunidas na seguinte galeria fotográfia.
Terminou, no passado dia 3 de Dezembro o Operational Flight Program (OPF) de implementação da actualização M6.5 das aeronaves F-16 dos países que compõem a EPAF (European Participating Air Forces) com a realização, na Base Aérea 5 em Monte Real, do OT&E (Operational Testing and Evaluation). Derradeiro estágio de implementação das
Decorreu, no passado Domingo 13 de Julho o Dia de Base Aberta da BA5, Monte Real, culminar de uma semana de eventos dedicados ao assinalar do 20º Aniversário da Frota de aeronaves F-16 ao serviço da Força Aérea Portuguesa. Com a promessa, cumprida, de um dia passado bem perto destas máquinas, a Base contava bem cedo, ainda muito antes da hora da abertura de portas, com uma considerável moldura humana, aguardando pacientemente do lado exterior, deixando antever uma grande afluência de público durante o resto do dia. Segundo números oficiais,
A edição deste ano do exercício anual táctico Real Thaw (RT 14) decorreu entre os dias 3 e 14 de Fevereiro. Envolvendo cerca de 4000 militares e 44 aeronaves, o 6º Real Thaw teve como novidade a participação da Esquadra 103 "Caracóis" e de um destacamento do 31st Fighter Wing da USAF, oriundo da Base Aérea de Aviano, composto por cerca de 260 militares entre pilotos e pessoal de apoio. Esta foi a primeira participação dos F-16 do 555th Fighter Squadron "Triple Nickel" num exercício internacional fora de Itália.
No âmbito do Centenário da Aviação Militar em Portugal, que este ano se assinala, o Walkarounds recorda, com esta entrada, o Festival Aéreo que se realizou na Base Aérea 5, em Monte Real, por ocasião do 43º Aniversário da Força Aérea Portuguesa.
A 5ª Edição do exercício anual táctico REAL THAW (RT 13) decorreu entre os dias 11 e 22 de Fevereiro. Como nas edições anteriores, este exercício, que tem como principais objetivos treinar, qualificar e aprontar as forças participantes para as exigências dos cenários de intervenção militar actuais, teve como principal centro de operações, a Base Aérea nº5 (BA 5) em Monte Real, a partir da qual foi coordenado. Para além da BA 5, o exercício desenrolou-se ainda por Seia, Trancoso, Guarda, Celorico da Beira, Pinhel, Meda e Lamego.
Continuando o programa de Bases Abertas que, este ano, a Força Aérea Portuguesa preparou para assinalar o seu 60º Aniversário, a Base Aérea nº 5, em Monte Real, abriu as suas portas ao público no passado dia 8 de Julho. Tal como anteriormente ocorrido na BA 6, na placa encontravam-se estacionadas diversas das aeronaves que vooam actualmente na FAP. Sendo esta a base de operação das duas Esquadras F-16 que, neste dia, desempenharam um dia normal de actividade, esta foi, até ao momento, a Base Aérea que recebeu o maior número de visitantes (cerca de 10 mil). Facto para o qual contribuiu a realização de um spotter's day que veio a registar a presença de muitos destes aficionados.
Terminou a edição de 2012 do "Real Thaw" (RT12), Exercício Táctico da Força Aérea Portuguesa que contou também com a participação da Marinha, do Exército e de forças dos Estados Unidos da América, Espanha, Holanda, Reino Unido e da NATO. Com uma periodicidade anual, o RT12 decorreu entre os dias 23 de Janeiro e 3 de Fevereiro.
Um dia normal de operações de "Falcões" e "Jaguares" pode dividir-se em dois períodos de voo, habitualmente um de manhã e um de tarde, com saídas de várias aeronaves em cada, ocorrendo por vezes um período reservado para missões nocturnas. Após o briefing de preparação de missão os pilotos encaminham-se para as aeronaves dispersas por vários abrigos. Aí realizam uma inspecção prévia ao longo de todo o perímetro da aeronave antes mesmo de ocupar o seu lugar na carlinga. Antes das aeronaves se dirigirem para a cabeceira da pista, cabe ao pessoal das operações realizar as últimas inspecções a sistemas críticos, remover as diversas cavilhas de segurança ainda colocadas nas aeronaves e auxiliar os pilotos a executar, entre outras, as verificações finais das superfícies de controlo de voo, comunicando com estes via rádio e através de uma curiosa "coreografia" de gestos. Todos os sistemas verificados... pronto para voo... siga!
Na Base Aérea nº5 em Monte Real, lar das duas Esquadras de Caça da Força Aérea Portuguesa, a actividade aérea é intensa, fazendo desta Base uma das mais movimentadas do País. A partir daqui "Falcões" da Esquadra 201 e "Jaguares" da Esquadra 301 operam em conjunto aeronaves F-16 MLU, equipadas com os mais recentes equipamentos disponíveis para este avançado sistema de armas. Têm como missão principal a Luta Aérea defensiva e ofensiva constituindo a primeira linha de defesa do Espaço Aéreo Nacional contra o mais variado tipo de potenciais ameaças mantendo, para tal, uma parelha de aeronaves em permanente estado de alerta. Assumindo também um papel de destaque através da participação em exercícios e missões Nacionais e Internacionais, só a realização de inúmeras saídas no desempenho de múltiplas missões de treino e instrução de pilotos permite alcançar a necessária preparação e um elevado estado de prontidão. (continua...)
Desde o final do Século XX que um novo conjunto de conflitos tem assumido especial destaque na geopolítica e geoestratégia Mundial. Conflitos como os registados no Afeganistão, de origem étnico-religiosa ou, mais recentemente, a vaga de revoluções, ou tentativa de revoluções, que tem assolado países do Norte de África e do Médio Oriente, têm assumido cada vez mais a atenção e uma resposta da Comunidade Internacional, ao nível diplomático ou, quando a diplomacia falha...
A Força Aérea Portuguesa participou, pela terceira vez, no FWIT – Fighter Weapons Instructor Training. Este curso, realizado no âmbito da EPAF – European Participating Air Forces, é considerado o mais importante do género na Europa e tem como objectivo formar Pilotos Instrutores para operar e instruir no emprego táctico da aeronave F-16 e seus sistemas de armas de forma eficaz e segura e, se necessário, aplicar os seus conhecimentos em eventuais operações reais de uma Esquadra de Combate. O FWIT, que já vai na sua 15ª edição, ocorre duas vezes em cada três anos. Tem uma duração extensa de entre seis a sete meses englobando uma componente de voo e uma outra académica. Este ano coube à Força Aérea Portuguesa a responsabilidade de acolher parte da componente de voo pela primeira vez na história do curso.
Realizou-se a 9 de Novembro de 2010, na Base Aérea 5, em Monte Real, a Cerimónia que assinalou o fim do Programa de Modificação dos Motores F100-PW-200C, com a entrega do 25º e último motor F100-PW-220E. A decisão de transformação destes 25 motores na Base Aérea de Monte Real, obtidos a custo zero ao abrigo do Programa Peace Atlantis II de aquisição da segunda Esquadra de F-16, foi tomada há cerca de dez anos, tendo sido entregue o primeiro motor 220E em 4 de Janeiro de 2003.
No passado dia 18 de Outubro deu entrada na OGMA o F-16A OCU nº15115 para dar início aos trabalhos do processo de conversão MLU. Volvidos quase 9 anos desde o início deste processo de modernização da frota F-16 da Força Aérea Portuguesa na OGMA(*), nada de especial faria assinalar esta data, não fora o "15115" um aparelho dotado de tão profundo e forte simbolismo, fruto do soberbo trabalho de pintura que, durante pouco mais de um ano, ostentou.
Integrando as comemorações do 51º Aniversário da Base Aérea 5 em Monte Real decorreu, no passado dia 23 de Maio, mais um dia de Base Aberta. Um dia especialmente vocacionado para o público em geral e aficionados da Aviação Militar Nacional que puderam acompanhar bem de perto um dia repleto de actividade aérea, complementado por aeromodelismo, saltos de pára-quedas, aeronaves em exposição estática, uma mostra de tecnologias aeronáuticas e ainda por baptismos de voo em C-295.
Decorreu entre os dias 25 de Janeiro e 4 de Fevereiro de 2010, o Exercício REAL THAW 2010 (RT10), organizado pela Força Aérea Portuguesa e que contou com a participação de forças nacionais e estrangeiras.
A Base Aérea 5 (BA 5), em Monte Real, comemora este ano o seu 50º Aniversário. Sob o tema “50 Anos a defender Portugal” este marco histórico está a ser assinalado com um vasto programa de actividades. Apesar da inauguração remontar ao dia 4 de Outubro de 1959, os eventos já ocorridos espelham, pela sua natureza inédita e grandiosidade, a importância e o significado desta data para a Força Aérea Portuguesa (FAP).


