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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Um destacamento da Força Aérea Portuguesa, constituído por cinco aeronaves F-16, 4 pilotos e 35 militares de manutenção e apoio participou, entre os dias 13 de Janeiro e 7 de Fevereiro, no primeiro "Flying Course" de 2014 do Tactical Leadership Programme (FC 2014-1). O TLP é um programa que tem por objectivo formar e treinar pilotos de diversas nacionalidades NATO que, desde Julho de 2009, tem como centro de operações a Base Aérea de Albacete, Espanha.
O FC2014-1 teve ainda a particularidade de significar o regresso dos F-16 da Força Aérea Portuguesa a Albacete para

domingo, 28 de agosto de 2011

As aeronaves são operadas em vários tipos de missões em quaisquer condições de tempo e de visibilidade sendo, para tal, equipadas com diversas configurações de armamento, podendo este ser de treino ou mesmo real. Pilotos e pessoal treinam e colocam à prova equipamento e procedimentos aperfeiçoando, através da prática, o seu elevado estado de prontidão...

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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Fazendo parte das Forças Nacionais atribuidas à NATO, com capacidade de serem destacados para onde solicitados, os militares da Esquadra 201 "Falcões", incluindo todo o pessoal de apoio, realizam inumeras vezes destacamentos fora da sua Unidade base. Para além da realização de múltiplas missões aéreas, o objectivo é o de por à prova todas as capacidades e operações do destacamento. (continua...)

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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Um dia normal de operações de "Falcões" e "Jaguares" pode dividir-se em dois períodos de voo, habitualmente um de manhã e um de tarde, com saídas de várias aeronaves em cada, ocorrendo por vezes um período reservado para missões nocturnas. Após o briefing de preparação de missão os pilotos encaminham-se para as aeronaves dispersas por vários abrigos. Aí realizam uma inspecção prévia ao longo de todo o perímetro da aeronave antes mesmo de ocupar o seu lugar na carlinga. Antes das aeronaves se dirigirem para a cabeceira da pista, cabe ao pessoal das operações realizar as últimas inspecções a sistemas críticos, remover as diversas cavilhas de segurança ainda colocadas nas aeronaves e auxiliar os pilotos a executar, entre outras, as verificações finais das superfícies de controlo de voo, comunicando com estes via rádio e através de uma curiosa "coreografia" de gestos. Todos os sistemas verificados... pronto para voo... siga!

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Na Base Aérea nº5 em Monte Real, lar das duas Esquadras de Caça da Força Aérea Portuguesa, a actividade aérea é intensa, fazendo desta Base uma das mais movimentadas do País. A partir daqui "Falcões" da Esquadra 201 e "Jaguares" da Esquadra 301 operam em conjunto aeronaves F-16 MLU, equipadas com os mais recentes equipamentos disponíveis para este avançado sistema de armas. Têm como missão principal a Luta Aérea defensiva e ofensiva constituindo a primeira linha de defesa do Espaço Aéreo Nacional contra o mais variado tipo de potenciais ameaças mantendo, para tal, uma parelha de aeronaves em permanente estado de alerta. Assumindo também um papel de destaque através da participação em exercícios e missões Nacionais e Internacionais, só a realização de inúmeras saídas no desempenho de múltiplas missões de treino e instrução de pilotos permite alcançar a necessária preparação e um elevado estado de prontidão. (continua...)

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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

A Força Aérea Portuguesa participou, pela terceira vez, no FWIT – Fighter Weapons Instructor Training. Este curso, realizado no âmbito da EPAF – European Participating Air Forces, é considerado o mais importante do género na Europa e tem como objectivo formar Pilotos Instrutores para operar e instruir no emprego táctico da aeronave F-16 e seus sistemas de armas de forma eficaz e segura e, se necessário, aplicar os seus conhecimentos em eventuais operações reais de uma Esquadra de Combate. O FWIT, que já vai na sua 15ª edição, ocorre duas vezes em cada três anos. Tem uma duração extensa de entre seis a sete meses englobando uma componente de voo e uma outra académica. Este ano coube à Força Aérea Portuguesa a responsabilidade de acolher parte da componente de voo pela primeira vez na história do curso.

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