Depois do sucesso alcançado no ano passado, a 2ª Edição do exercício multinacional de helicópteros “HOT BLADE” (HB 2013) decorreu entre os dias 17 e 31 de Julho último. Organizado pelo Comando Aéreo (CA) da Força Aérea Portuguesa (FAP), faz parte integrante do Programa de Exercício de Helicópteros da Agência Europeia de Defesa (European Defence Agency, ou EDA). Com base de operações no Aeródromo de Manobra 1 em Maceda, Ovar, este exercício envolveu militares das Forças Armadas Nacionais, Áustria, Bélgica, Alemanha e Holanda (contou ainda com militares do Reino Unido como observadores).
A geografia e o clima de Portugal permitem uma recriação aproximada dos actuais cenários operacionais em altas temperaturas, altitude e ambiente empoeirado.À semelhança do que tem ocorrido em alguns dos mais recentes exercícios militares realizados sob égide da Força Aérea Portuguesa, a edição deste ano contou com a realização de um "Spotters Day". Decorrido a 23 de Julho, permitiu a recolha de imagens sempre espectaculares. Algumas delas podem ser vistas na galeria de fotos e no filme que acompanham este apontamento...
A Floriano Morgado (SmokeOn) e a José Carvalho (AeroFlash 101) renovamos os nossos profundos agradecimentos pela partilha de fotos que permitiu elaborar a galeria anexa. Também a Pedro Oliveira, que agora se junta ao "Walkarounds", pela partilha do vídeo que permite reproduzir de uma forma mais completa a experiência de presenciar estas máquinas de perto.
A vila das Lajes, na Ilha Terceira, tem uma sólida ligação com a Aviação Militar desde o início dos anos 40 do Século XX, quando a Aeronáutica Militar do Exército Português aqui estabelece a base de operação da Esquadrilha Expedicionária de Caça nº 2 (EEC2), em declarado movimento de afirmação de Soberania Nacional.
Cumprem-se hoje, 17 de Junho de 2013, 20 Anos sobre um dos eventos mais marcantes da História recente da Aviação Militar Portuguesa. Junho de 1993 ficou marcado, entre outros acontecimentos ocorridos num ano de profundas mudanças no seio da Força Aérea Portuguesa, pela desactivação da frota FIAT G.91, quase 30 anos depois do início da sua operação. Uma frota que provou ser fundamental não apenas nos teatros de guerra ultramarinos como também no pós-guerra e que viria a marcar várias gerações de militares que com eles conviveram e cujas vidas, muitas vezes, deles dependeram. Uma frota que viria a deixar um legado muito forte e que contribuiu para criar uma identidade muito distinta e um espírito jamais igualado no seio da Esquadra 301 "Jaguares".
A assinatura do contrato para aquisição de 12 aeronaves
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Na sequencia do 


